Livro em quadrinhos narra com humor as aventuras de Dom João VI no Brasil
Por Marcus Ramone (23/11/07)
A chegada (e morada) de Dom João VI ao Brasil colonial completará 200 anos em 2008.
Para lembrar a data, a professora, antropóloga e pesquisadora Lilia Moritz Schwarcz lançará, no próximo dia 28 de novembro, o livro em quadrinhos Dom João Carioca - A Corte Portuguesa no Brasil (1808-21).
Desenhado pelo quadrinhista Spacca, o álbum é uma divertida e cômica viagem ao século 19, mais precisamente aos anos 1808 a 1821, época em que Dom João VI, acompanhado da família real portuguesa, morou no Brasil e criou instituições e escolas, fundou jornais e viveu muitas situações engraçadas.
Baseado em pesquisas documentais e historiográficas, a obra é fiel à iconografia daquele período.
O livro também traz uma bibliografia sobre o assunto, descrição cronológica dos fatos e uma galeria de esboços e estudos de personagens, cenários e trajes da época.
Dom João Carioca - A Corte Portuguesa no Brasil (1808-21) tem 96 páginas, custa R$ 33,00 e é uma publicação da Companhia das Letras.
Quando o Brasil foi descoberto, em abril de 1500, os navegantes portugueses muito se admiraram. Além de praias que eles nunca tinham visto, no novo mundo existiam habitantes completamente diferentes: os índios. Foi um encontro engraçado. Para começar, nem conversar com os índios os portugueses conseguiam! Os navegantes falavam português e os índios falavam tupi-guarani.
Ainda por cima, os índios vivam sem roupa, peladões mesmo! Os portugueses ficaram chocados.
Os índios brasileiros não conheciam muitas coisas supercomuns na Europa: espelhos, sapatos, armas de fogo e até cachorros. Mas em compensação os índios viviam de maneira muito organizada. Cada tribo tinha um cacique (o chefe), um pajé (o médico) e vivia em uma aldeia (que eles chamavam de taba). Até hoje os índios vivem assim, em casas juntinhas umas das outras, normalmente formando um círculo.
Se um dia você tiver a oportunidade de visitar uma aldeia de verdade, vai descobrir que as casas são feitas de taipa, uma mistura de barro sustentada por pedaços de madeira.
Os telhados são feitos de palha trançada ou de grandes folhas de árvores. Uma casa simples é chamada de oca e uma casa coletiva, de maloca. Esse sistema de construção de casas ainda existe em muitos lugares do Brasil, principalmente no Nordeste e na Amazônia. São chamadas de casas de pau a pique.
Mas não só as casas que se parecem com as dos índios. Muitos de nossos hábitos foram herdados das tribos: dormir na rede, sentar de cócoras, comer mandioca, maracujá e peixe assado na folha de bananeira, pintar o corpo e enfeitar-se com penas e plumas (como no Carnaval).
Muitas palavras que usamos vêm do tupi: carioca (kari-oca: casa de branco), cipó, guaraná, guri, jabuticaba, jacaré, lambari, Maracanã, paçoca, perereca, pipoca, samambaia, urubu e muitas outras.
Também aprendemos com eles a fazer objetos de cerâmica (como pratos e vasos) e de palha (como cestos e bolsas). Sem perceber, fazemos muitas coisas que os índios fazem no dia-a-dia. Cada um de nós, brasileiros, é no fundo um pouco índio.
ÍNDIO É TUDO IGUAL, SÓ MUDA DE LUGAR?
Quem pensa que índio é tudo igual, está muito enganado. Entre as sociedades indígenas, existe uma incrível variedade de culturas, modos de vida, costumes, línguas, rituais. E na época do descobrimento essa variedade era muito maior. Basta imaginar que algumas nações indígenas brasileiras tinham a mesma população de países europeus daquela época.
LUGAR RESERVADO
Hoje em dia, a maior parte dos índios vive em reservas indígenas, que são áreas demarcadas e protegidas pelo governo. Está lá na Constituição: os índios têm direitos sobre "as terras que tradicionalmente ocupam".
A área de uma reserva indígena deve incluir não só a aldeia (onde os índios moram em casas chamadas ocas) como também as terras em volta, onde se pode plantar, caçar, pescar. Na reserva, os índios mantêm seus costumes. Mas isso não significa que estão isolados do resto do país. Eles participam da vida social, se candidatam a cargos políticos, reclamam da crise econômica e tudo mais. A comemoração dos 500 anos foi motivo de festa para muitos brasileiros, mas para os índios, a história foi bem diferente... (Fonte www.canalkids.com.br)
O video Brasil Colônia - Parte 1 será um instrumento de estudo para as próximas avaliações de História do 4°A e 5°A. O video Brasil Colônia - Parte 2, por enquanto será apenas estudado pelo 5°A. Assistam e deixem seus comentários.
Parafraseando a Campanha da Fraternidade 2010, É POSSÍVEL SERVIR A DEUS, sem precisar de dinheiro...
A campanha DOE PALAVRAS foi criada pelo Hospital Mário Pena com o objetivo de tornar as sessões de quimioterapia mais agradáveis.
Adorei essa iniciativa: doar palavras de amor e carinho às pessoas que fazem quimioterapia. Meu pai já teve câncer e, mais do ninguém eu sei como um doente em tratamento precisa de apoio e atenção. Hoje ele está "vendendo saúde"!
Participe, leia a reportagem e acesse o site http://www.doepalavras.com.br/ para doar palavras aos pacientes do Mário Pena.
Beijos,
Paola
Criativa e inédita, a iniciativa quer incentivar a demonstração de carinho aos que sofrem com a doença. A ideia é gerar um banco de mensagens e pensamentos positivos que transmita aos pacientes esperança, conforto e acolhimento. Milhares de mensagens escritas por pessoas de todo o país serão recebidas em uma plataforma web e transmitidas em tempo real nos televisores instalados nas dependências do Hospital Mário Penna.
Ao invés de pedir doações em dinheiro, mantimentos etc., a Campanha apela para o sentimento solidário, se diferenciando por insistir apenas na doação de palavras e de atenção. Segundo o superintendente geral do Instituto Mário Penna, Cássio Eduardo Rosa Resende, palavras expressam sentimentos e, por isso, se tornam mais significativas do que o dinheiro. 'Buscamos uma campanha que trouxesse aos pacientes coisas que o dinheiro não pode comprar, como motivação, carinho e solidariedade. Essas palavras ajudarão aos pacientes e familiares a enfrentar o tratamento com mais coragem', destacou.
As palavras poderão ser doadas através do site www.doepalavras.com.br ou pelo Twitter, introduzindo a expressão #doepalavras em alguma parte do post. Para que a Campanha tenha grande alcance, foi desenvolvido um sistema que fará o filtro das mensagens e as enviará aos televisores de plasma localizados na sala de quimioterapia do Hospital Mário Penna e, futuramente, em outras dependências da instituição. E a Campanha não para por aí. Em uma segunda etapa, as mensagens serão compiladas para publicação em um livro.
A relação entre o Instituto Mário Penna e a RC Comunicação surgiu há mais de 6 anos, quando a entidade passava por graves problemas financeiros, atingindo também sua imagem institucional. A RC Comunicação e todos os outros parceiros do Instituto se solidarizaram com o trabalho realizado em prol dos pacientes carentes e desde então elaboram campanhas de divulgação, dando visibilidade ao importante papel desempenhado pelo Instituto Mário Penna. Como resultado, a instituição filantrópica ganhou um número significativo de apoiadores e pôde ampliar o atendimento aos doentes nos Hospitais Mário Penna e Luxemburgo, e aos seus familiares, que são acolhidos na Casa de Apoio.
Que maravilhosa a iniciativa do Instituto Mário Penna em parceria com a RC Comunicação! Parabéns! A campanha 'Doe Palavras' do Dia Mundial de Luta Contra o Câncer, 08 de abril, é uma maneira inteligente e calorosa de divulgar o trabalho contra o câncer.
Concordo plenamente com Instituto Mário Penna, o carinho e a solidariedade são muito eficazes para pacientes de doenças graves e a Campanha 'Doe Palavras' já tem meu apoio!
Uma das dúvidas mais comuns em geografia é se o México fica na América Central ou na do Norte. Ainda esses dias, fui encontrado no pátio de minha escola e recebi esta indagação.
Pois é, apesar de falar espanhol, de ser um país pobre, de sofrer do preconceito dos americanos, os mexicanos vivem mesmo é na América do Norte. A divisão dos continentes não leva em conta esses requisitos. A América do Norte vai da fronteira do México com a Guatemala ao extremo norte do Candá. A América Central é então, o pequeno pedaço de terra que liga a América do Sul, com a do Norte.
Em alguns casos se menciona o Rio Grande como o limite entre as Américas. Informação equivocada. O Rio Grande marca a divisão entre as nações desenvolvidas e subdesenvolvidas nas américas, mas não é limite de continente ou subcontinente.